De pé entre os objetos do cenário, os olhos ofuscados pela luz excessiva que lhe esgarçava as pupilas, os cabelos desarranjados pelo vento, dançando em harmonia com as copas das árvores ao som de uma valsa eternamente inacabada, perdido ali entre pensamentos incompletos e minúsculas lembranças que lhe despertavam um sentimento de nostalgia do que nunca se viveu – quimeras não sonhadas de uma existência futura -, a alma completa, cheia de vastidão e firmeza, naquele momento decisivo em que cumpria a profecia jamais anunciada, com a fronte limpa e voz segura ele disse:
- Ah, nóóó... Zuô! Zuô!